ARIEL CAPOZZI

BIOGRAFIA


Paulistano do bairro do Ipiranga onde viveu sua infância, parte da adolescência e mocidade.

Na puberdade inconscientemente praticou eficaz exercício para a formação de sua criatividade e poder de imaginação. Fascinado pelo mundo mágico do “Sítio do pica-pau amarelo” de Monteiro Lobato e a deslumbrante saga paulista do café descrita na série “Taquarapoca” de Francisco Marins, teve a oportunidade de transportar emoções e fantasias para os longos períodos de férias escolares passados na realidade rural da Fazenda São Bento no município de Nova Odessa, Estado de São Paulo, em tempos que Sumaré ainda era Rebouças.  Tempos que infliuenciam de  maneira significativa a expressão e o estilo de sua prática literária.

Por três anos residiu nos EUA como estudante em preparação para seguir a carreira diplomática.  Desistiu das provas do Itamarati e ingressou nas atividades comerciais com o exterior como exportador de madeiras semi-duras para a Europa e Escandinávia. A necessidade de acompanhar a derrubada seletiva das árvores e a posterior preparação das toras no interior das matas, fez com que convivesse por mais de uma década com os espaços sertanejos do sul da Bahia, nordeste de Minas, norte do Espírito Santo, Matogrosso do Sul e Goiás. Muito jovem ainda, fascinado pela exuberância da natureza nos sertões brasileiros e por toda a riqueza da sua cultura popular, apaixonou-se pela nossa literatura romântica com cheiro e gosto de terra, tornando-se discípulo de mestres silenciosos como, José de Alencar, Machado de Assis, Érico Veríssimo, Josué Guimarães, Raquel de Queiroz, José Lins do Rego, Cândido de Carvalho, Euclides da Cunha, Mário Palmério e João Guimarães Rosa. Embora não soubesse, inconscientemente já armazenava na memória e no coração, material para as páginas do seu primeiro livro “Cheiro de Chão” editado em 2001, e para os ainda inéditos “Juca Cobra” (para edição futura) e “Um conto, uma fábula, dois contos”.

Em 1981, casado e com um casal de filhos, muda-se para Americana em definitivo, já que tinha convivido com a cidade desde poucos meses de vida, por ter aqui suas raízes maternas e a espontânea iniciativa paterna de ter adotado esta terra por sua segunda casa.

Desde que aqui chegou teve ativa e constante participação social e coletiva na vida do Município. Dentre outras atuações sem remuneração financeira, foi fundador da Escola de Cultura Espírita com trabalhos semanais realizados por quase vinte anos sem interrupção, em espaço cedido pelo saudoso cidadão americanense Prof. José Rampazzo. Membro do conselho do Lar Escola Monteiro Lobato; presidente do Instituto de Educação Espiritual, atualmente NIDS (Núcleo de Integração e Desenvolvimento do Ser); conselheiro e vice-presidente do Esporte Clube Rio Branco em períodos diversos; membro do Conselho de Cultura e coordenador da Câmara Setorial de Literatura, da Secretaria de Educação e Cultura de Americana, membro do Espaço Literário “Nelly Rocha Galassi” como contista e romancista ou simplesmente “contador de estórias” como prefere se apresentar.

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